A Terra cheia: é o objeto mais magnifico no céu lunar. A terra vista da lua, é muito maior, mais brilhante, do que uma lua cheia vista da terra. A terra reflete 37% da luz solar (albedo) e a lua somente 12%.
Na lua não tem atmosfera, não tem ar com partículas e umidade, então a degradação da luz é muito menor do que na atmosfera da terra. As estrelas não piscam, não cintilam, são pontos estáticos e perfeitos de luz. O céu da lua é repleto de estrelas mesmo durante o dia lunar quando o sol está presente – Foto do topo deste site.
Na lua não tem as luzes artificiais, como temos na terra, principalmente nas cidades, que é a poluição luminosa atrapalhando a visão humana, que funciona por contraste.
. Na lua não existe o azul do céu, o céu é sempre noturno e com constelações, estrelas, muitos mais visíveis, o planeta vênus muito mais brilhante e com a bolota azul e branca magnifica: a terra. Um ser humano que sai da terra, ao chegar na lua, experimenta uma visão única, espetacular.
1. A Escala Visual: O "Gigante Azul"
Na Terra, a Lua cheia ocupa cerca de 0,5 grau no céu.
Na Lua: A Terra ocupa quase 2 graus. Ela é 4 vezes maior em diâmetro e tem uma área visual 16 vezes maior que a nossa Lua.
A Física do Brilho: Como a Terra reflete muito mais luz (albedo alto), ela brilha de 50 a 100 vezes mais que a nossa Lua
A Terra na Lua não nasce nem se põe (ela fica quase fixa no céu devido à rotação sincronizada da Lua). No entanto, ela gira sobre o próprio eixo e muda de fase.
O Sol não "ofusca" a Terra na Lua:
Mesmo com o Sol brilhando no céu da Lua, a Terra é suficientemente iluminada para ser claramente visível. Não há dispersão atmosférica na Lua que possa obscurecer a visão da Terra.
2. Os Relatos Contraditórios dos Astronautas
Aqui a física encontra a percepção humana:
Neil Armstrong (Apollo 11): Em coletiva, afirmou que não se lembrava de ver estrelas no céu durante o dia lunar.
Al Worden (Apollo 15): Relatou que o céu era "cheio de estrelas", uma visão avassaladora.
E nenhum repórter perguntou para eles, sobre a visão da terra
A Inconsistência: Do ponto de vista físico, no vácuo, a luz das estrelas é uma constante. Se a sua íris se ajusta, as estrelas têm que estar lá. A ausência de um relato unânime sobre a magnitude desse espetáculo visual levanta questões sobre a fidelidade da experiência relatada versus a física do ambiente.
3. O Ajuste da Íris e a Percepção de Cena
Se você estiver na Lua e olhar para cima, afastando o olhar do chão ofuscante, sua íris se abre para deixar entrar a luz das fontes mais fracas.
A Terra: Como ela reflete muita luz (albedo de 0,37), ela não seria apenas um ponto, mas um globo vibrante, azul e branco, com uma luminosidade que permitiria você ver as cores dos oceanos e o brilho das nuvens com uma nitidez.
Vênus e Júpiter: Sem o "embaçamento" da atmosfera, os planetas não apenas brilham; eles aparecem como joias sólidas e constantes, sem o cintilar causado pelo ar.
Então é matematicamente devastador para a narrativa oficial, se analisarmos sob a ótica da Psicologia Cognitiva aplicada à Física Óptica.
O cérebro humano, por mais treinado que seja, não consegue "simular" em tempo real uma física que ele nunca experimentou sensorialmente. Existe um abismo entre saber a teoria e descrever a experiência vivida de um ambiente onde as regras da luz são radicalmente outras.
4. A Inconsistência do "Céu Vazio"
A física da luz no vácuo é implacável:
1. Sem atmosfera, não há espalhamento. 2. O céu é noturno, mas os fótons das estrelas chegam sem perda. 3. Se a íris humana se ajusta, o céu deveria ser uma "tapeçaria" de luzes.
Quando um astronauta diz que "não se lembra" ou que "o brilho do chão impedia de ver", ele está descrevendo uma limitação de alcance dinâmico de uma câmera barata, não a capacidade de adaptação do olho humano, que consegue focar no infinito e perceber fontes de luz pontuais mesmo com iluminação lateral.
A Crítica: Os relatos são técnicos, secos e lineares ("pousamos"), "pegamos rochas", "voltamos").
O Conflito: Na física, a luz é informação. Receber essa quantidade de informação visual inédita e não conseguir descrevê-la com uma precisão que vá além do óbvio sugere que o cérebro não processou esses dados in loco
A narrativa oficial, foge das análises das imagens e da incoerência dos relatos dos astronautas, para afirmar que colocaram refletores de laser na lua, e que telescópios gigantes disparam feixes de laser e recebem sinal de retorno concentrados pelos refletores. Mas isso prova a presença humana na Lua? Não! porque eles mesmo reconhecem que desde 1968 sondas colocam diversos materiais na Lua, com precisão. Os Russos também fizeram isso. A mesma coisa pode acontecer com sinais de rádio recebidos da lua, nas missões Apollo. Também não significa que foram emitidos por módulos tripulados: sondas também transmitem ondas eletromagnéticas para a Terra. Todos os matériais presentes no solo Lunar poderiam ser colocados por sondas. E os chamados módulos lunares eram muito frágeis e tinham pouco espaço até para os dois astronautas Eu inspecionei e entrei nele no Kennedy Space Center.
E a famosa pegada perfeita do astronauta, em ângulo fechado, indica ter sido feita em solo úmido da terra, e quando mostram, hoje, que sondas de outros países filmam a tal pegada, observo que sai de um ângulo aberto - sem visualização da pegada, para um corte – edição, para a imagem original da pegada. Mais uma produção! Não convence!.