Show da Lua

Perícia técnica da fraude lunar pelo Mago das Imagens
Perícia técnica da fraude lunar pelo Mago das Imagens

Buzz Aldrin na missão Apollo 11

Essa foto mostra o “ céu da lua “ , em preto absoluto: 0 % de luz emitida.

E no primeiro plano, no solo da lua: o módulo Lunar, a bandeira e o astronauta, com o nível de luz incidente muito mais baixo do que o esperado, e o contraste então muito reduzido.

Não há subexposição extrema com a íris da câmera muito fechada (f11, f16), a ponto de não ser possível visualizar as estrelas e a Terra no horizonte.

O enquadramento mostra uma grande área do céu, e mesmo que a íris da câmera estivesse em automático (pela média preto / branco de toda a cena), a abertura de íris seria próxima da metade, em F5.6, por exemplo, e seria suficiente para mostrar as estrelas e a bolota azul e branca – a Terra.

A íris não é seletiva. Se a abertura do furo permite a passagem da luz da metade inferior da cena (solo) mostrando pretos, cinzas e branco, qualquer fonte luminosa, na metade superior (céu) ficaria visível.

Conclusão:

É um cenário de penumbra, sem sombras bem definidas, sem a luminosidade esperada em um dia lunar – mais de 100.000 lux - tipo sol (12hs) de verão no Brasil.

Nesse cenário, a narrativa oficial de que a câmera estava ajustada para o solo iluminado, e assim as estrelas e a terra “sumiam”, não se sustenta!

Astronauta Alan Shepard — Apollo 14

O que a imagem mostra:

1 - Astronauta + bandeira
Sombras curtas
Menores que o tamanho real
Sugerem Sol alto (= 60 -75 graus)

2 - Sombra do fotografo
Sombra longa
Proporção próxima à altura do corpo
Sugere Sol mais baixo (= 40 – 50 graus)

3 - Sombra da antena
Sombra transversal quase do tamanho do objeto (0,74 metros)
Compatível com Sol = 40 – 45 graus

4 - Sombra do módulo lunar
Também longa, coerente com Sol baixo

E tudo isso no espaço pequeno com relevo mínimo.

Comprimento da sombra (S) = altura do objeto (h) / tan(θ)

θ (theta) = ângulo do Sol acima do horizonte

Conclusão:

Isso é fisicamente impossível com uma única fonte de luz: o Sol.

A discrepância angular de 25 graus (70 vs 45) entre as sombras do astronauta e fotógrafo e a separação de cerca de 3 metros entre eles, determina uma fonte de luz muito próxima: ( refletor a aprox. 7 metros)

Astronauta na missão Apollo 17

O cenário é basicamente sempre o mesmo:
Enquadramento muito parecido
Novamente quase a mesma proporção céu / solo
Céu sempre em preto absoluto = nenhuma fonte de luz

No primeiro plano > módulo, lunar, astronauta, bandeira

Mas tem uma novidade: O jipe - debaixo da bandeira

Em um ângulo tão estreito, foi necessário amontoar tudo:
(Dedo do produtor)

Compare o astronauta com o “módulo lunar’ (a Águia da NASA), e seu formato bem irregular. Como caberiam os dois astronautas, antenas, transmissores de vídeo e dados, baterias, duas câmeras de vídeo grandes instaladas no jipe, e o próprio jipe? Eu entrei nele no Kennedy Space Center: Sem chance!

Novamente, não se vê um sol intenso no solo lunar,
nem mesmo na roupa branca do astronauta.

Com pouca luz incidindo pelo lado esquerdo e sombra parcial à direita,
estreita em relação ao corpo do astronauta

Aqui, como em todas as fotos, a mesma temperatura de cor,
nenhum desbalanceamento de branco (White balance)

Conclusão:

Cenário montado! bem longe da lua, a 384.400 km

A Percepção visual na lua e suas implicações físicas e outros comentários técnicos:

A Terra cheia: é o objeto mais magnifico no céu lunar. A terra vista da lua, é muito maior, mais brilhante, do que uma lua cheia vista da terra. A terra reflete 37% da luz solar (albedo) e a lua somente 12%.

Na lua não tem atmosfera, não tem ar com partículas e umidade, então a degradação da luz é muito menor do que na atmosfera da terra. As estrelas não piscam, não cintilam, são pontos estáticos e perfeitos de luz. O céu da lua é repleto de estrelas mesmo durante o dia lunar quando o sol está presente – Foto do topo deste site.

Na lua não tem as luzes artificiais, como temos na terra, principalmente nas cidades, que é a poluição luminosa atrapalhando a visão humana, que funciona por contraste.

. Na lua não existe o azul do céu, o céu é sempre noturno e com constelações, estrelas, muitos mais visíveis, o planeta vênus muito mais brilhante e com a bolota azul e branca magnifica: a terra. Um ser humano que sai da terra, ao chegar na lua, experimenta uma visão única, espetacular.

1. A Escala Visual: O "Gigante Azul"

Na Terra, a Lua cheia ocupa cerca de 0,5 grau no céu.

Na Lua: A Terra ocupa quase 2 graus. Ela é 4 vezes maior em diâmetro e tem uma área visual 16 vezes maior que a nossa Lua.

A Física do Brilho: Como a Terra reflete muito mais luz (albedo alto), ela brilha de 50 a 100 vezes mais que a nossa Lua

A Terra na Lua não nasce nem se põe (ela fica quase fixa no céu devido à rotação sincronizada da Lua). No entanto, ela gira sobre o próprio eixo e muda de fase.

O Sol não "ofusca" a Terra na Lua:

Mesmo com o Sol brilhando no céu da Lua, a Terra é suficientemente iluminada para ser claramente visível. Não há dispersão atmosférica na Lua que possa obscurecer a visão da Terra.

2. Os Relatos Contraditórios dos Astronautas

Aqui a física encontra a percepção humana:

Neil Armstrong (Apollo 11): Em coletiva, afirmou que não se lembrava de ver estrelas no céu durante o dia lunar.

Al Worden (Apollo 15): Relatou que o céu era "cheio de estrelas", uma visão avassaladora.

E nenhum repórter perguntou para eles, sobre a visão da terra

A Inconsistência: Do ponto de vista físico, no vácuo, a luz das estrelas é uma constante. Se a sua íris se ajusta, as estrelas têm que estar lá. A ausência de um relato unânime sobre a magnitude desse espetáculo visual levanta questões sobre a fidelidade da experiência relatada versus a física do ambiente.

3. O Ajuste da Íris e a Percepção de Cena

Se você estiver na Lua e olhar para cima, afastando o olhar do chão ofuscante, sua íris se abre para deixar entrar a luz das fontes mais fracas.

A Terra: Como ela reflete muita luz (albedo de 0,37), ela não seria apenas um ponto, mas um globo vibrante, azul e branco, com uma luminosidade que permitiria você ver as cores dos oceanos e o brilho das nuvens com uma nitidez.

Vênus e Júpiter: Sem o "embaçamento" da atmosfera, os planetas não apenas brilham; eles aparecem como joias sólidas e constantes, sem o cintilar causado pelo ar.

Então é matematicamente devastador para a narrativa oficial, se analisarmos sob a ótica da Psicologia Cognitiva aplicada à Física Óptica.

O cérebro humano, por mais treinado que seja, não consegue "simular" em tempo real uma física que ele nunca experimentou sensorialmente. Existe um abismo entre saber a teoria e descrever a experiência vivida de um ambiente onde as regras da luz são radicalmente outras.

4. A Inconsistência do "Céu Vazio"

A física da luz no vácuo é implacável:

1. Sem atmosfera, não há espalhamento. 2. O céu é noturno, mas os fótons das estrelas chegam sem perda. 3. Se a íris humana se ajusta, o céu deveria ser uma "tapeçaria" de luzes.

Quando um astronauta diz que "não se lembra" ou que "o brilho do chão impedia de ver", ele está descrevendo uma limitação de alcance dinâmico de uma câmera barata, não a capacidade de adaptação do olho humano, que consegue focar no infinito e perceber fontes de luz pontuais mesmo com iluminação lateral.

A Crítica: Os relatos são técnicos, secos e lineares ("pousamos"), "pegamos rochas", "voltamos").

O Conflito: Na física, a luz é informação. Receber essa quantidade de informação visual inédita e não conseguir descrevê-la com uma precisão que vá além do óbvio sugere que o cérebro não processou esses dados in loco

A narrativa oficial, foge das análises das imagens e da incoerência dos relatos dos astronautas, para afirmar que colocaram refletores de laser na lua, e que telescópios gigantes disparam feixes de laser e recebem sinal de retorno concentrados pelos refletores. Mas isso prova a presença humana na Lua? Não! porque eles mesmo reconhecem que desde 1968 sondas colocam diversos materiais na Lua, com precisão. Os Russos também fizeram isso. A mesma coisa pode acontecer com sinais de rádio recebidos da lua, nas missões Apollo. Também não significa que foram emitidos por módulos tripulados: sondas também transmitem ondas eletromagnéticas para a Terra. Todos os matériais presentes no solo Lunar poderiam ser colocados por sondas. E os chamados módulos lunares eram muito frágeis e tinham pouco espaço até para os dois astronautas Eu inspecionei e entrei nele no Kennedy Space Center.

E a famosa pegada perfeita do astronauta, em ângulo fechado, indica ter sido feita em solo úmido da terra, e quando mostram, hoje, que sondas de outros países filmam a tal pegada, observo que sai de um ângulo aberto - sem visualização da pegada, para um corte – edição, para a imagem original da pegada. Mais uma produção! Não convence!.